quinta-feira, 31 de março de 2011

Grupos de oração

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Como não se sentir amado por quem só ama e é Amor?
Se você não se sente amado, saiba, há Alguém que te ama com um amor acima de nossa compreensão. Deus te ama com amor eterno.
Quer experimentar esse amor? Participe de um grupo de oração!


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sábado, 26 de março de 2011

Homens novos


Nascemos “homens velhos” e devemos nos tornar “homens novos”.


Se percorrermos a historia do mundo de trás para frente, como se folheia um livro começando da ultima página, chegando ao fim nos daríamos conta de que seria como se faltasse a primeira página, O “incipit” (a introdução do texto). Sabemos tudo do mundo, exceto o porque e como tudo começou. O fiel tem a convicção de que a Bíblia nos dá esta página que falta. Nela, como na capa de todo livro, está escrito o nome do autor e o titulo da obra.

Uma analogia pode nos ajudar a conciliar nossa fé na existência de um desígnio inteligente de Deus sobre o mundo, com a aparente causalidade e imprevisibilidade evidenciada por Darwin e pela ciência atual. Trata-se da relação entre graça e liberdade. Num caso e no outro, Deus, como diz o provérbio, escreve certo por linhas tortas.


A criação é obra do Espírito Santo que aperfeiçoa as coisas e as faz passar do caos à ordem. Isso acontece também ao homem, pequeno cosmo.

O Espírito Santo é aquele que faz cada um de nós passar do caos ao cosmo: da desordem, da confusão, do desespero, à ordem, unidade, a beleza. Aquela beleza que consiste no ser conformado a vontade de Deus e a imagem de Cristo, no passar do homem velho ao homem novo. Nós nascemos “homens velhos” e devemos nos tornar “homens novos”. Toda a vida, não somente a adolescência, é uma idade evolutiva! O Espírito Santo é a alma dessa renovação e desse rejuvenescimento.

(Frei Raniero Cantalamessa – pregador da Casa Pontifícia)

sábado, 19 de março de 2011

Povo santo ou povo santeiro

Breve resumo a respeito daqueles que pensam que são católicos, se dizem católicos, mas nada conhecem da doutrina da igreja a qual dizem pertencer.

Muitos desses não põem os pés na soleira de uma igreja há anos. Outros vão eventualmente (casamentos, missas de sétimo dia, batizados) e alguns até frequentam regularmente a igreja. Alguns são super, hiper, mega supersticiosos. Seus filhos são batizados, não por pertença a uma fé ou ao senhorio de Jesus, mas por mera superstição: a criança batizada fica mais calma e livre de doenças, dizem. Casam-se na igreja por formalidade, para satisfazer à sociedade e não visando um sacramento. Suas crianças participam da Eucaristia (primeira comunhão) porque – segundo eles – é chique; depois tchau, igreja nunca mais.

Há aqueles que ao invés de se espelhar no testemunho de vida dos santos, conferem-lhes atributos que eles não têm; os consideram milagreiros e protetores. São os “católicos santeiros”. Há também os devotos “exclusivamente marianos”, que colocam Maria a frente de seu Divino Filho, esquecendo-se que a legitima devoção Mariana sempre nos conduz ao centro de nossa fé, Jesus. A propósito, há pessoas que deixaram o catolicismo e passaram a frequentar igrejas evangélicas, sem contudo deixar de cultuar – agora ocultamente – seus “santinhos”. Conheci uma mulher, viúva de um pastor, que mal o marido morrera, recuperou suas estampas de Maria do fundo da gaveta e publicamente passou a cultuá-la. Deixou a Igreja Protestante, sem no entanto retornar a Igreja Católica.

Atentem que não refiro aqui aos Movimentos Marianos nem a veneração aos santos, que na verdade são exemplos da fé em Cristo e em comunhão com Deus na glória eterna, intercedem por nós. Faço referencia a devoções particulares e crendices populares; a uma religiosidade descompromissada e sem nenhum fundamento doutrinário. Gente que confunde Nossa Senhora com Iemanjá e São Jorge com Ogum

Culpa de quem? Um pouco deles, pois muitos não querem aprender e quando se dispõem a aprender, aprendem errado. Culpa nossa, pois estamos evangelizando poucos. Vamos a luta?

terça-feira, 15 de março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

Campanha da Fraternidade


Oração da Campanha da Fraternidade 2011:
Senhor Deus, nosso pai e Criador, /a beleza do universo revela vossa grandeza, /a sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas, /e o eterno amor que tendes por todos nós. /pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra, /e o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça. /A beleza está sendo mudada em devastação, /e a morte mostra a sua presença no nosso planeta. /Que nesta quaresma nos convertamos /e vejamos que a criação geme em dores de parto, /para que possa renascer segundo o vosso plano de amor, /por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes. /E, assim como Maria. que meditava a vossa Palavra e a fazia vida, /também nós, movidos pelos principios do Evangelho, /possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,/ o ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo. /Amém

sábado, 5 de março de 2011

Isaias 53


“Quem poderia acreditar nisso que ouvimos? A quem foi revelado o braço do Senhor?


Cresceu diante dele como um pobre rebento enraizado numa terra árida; não tinha graça nem beleza para atrair nossos olhares e seu aspecto não podia seduzir-nos.


Era desprezado, era a escória da humanidade, homem das dores, experimentado nos sofrimentos; era amaldiçoado e não fazíamos caso dele.


Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado por Deus e humilhado.


Mas ele foi castigado pelos nossos crimes e esmagado por nossas iniquidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças as suas chagas.


Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, seguíamos cada qual nosso caminho; o Senhor fazia recair sobre ele o castigo das faltas de todos nós.


Foi maltratado e resignou-se; não abriu a boca. Como um cordeiro que se conduz ao matadouro e uma ovelha nas mãos do tosquiador.(Ele não abriu a boca).


Por um iníquo julgamento foi arrebatado. Quem pensou em defender sua causa quando foi suprimido da terra dos vivos, morto pelo pecado de meu povo?


Foi lhe dada sepultura ao lado de facínoras e ao morrer achava-se entre malfeitores, se bem que não haja cometido injustiça alguma, e em sua boca nunca tenha havido mentira.


Mas aprouve ao Senhor esmagá-lo pelo sofrimento; se ele oferecer sua vida em sacrifício expiatório, terá uma posteridade duradoura, prolongará seus dias e a vontade do Senhor será por ele realizada.


Após suportar em sua pessoa os tormentos, ele se alegrará de conhecê-lo até o enlevo. O justo, meu Servo, justificará muitos homens e tomará sobre si suas iniquidades.


Eis porque lhe darei parte com os grandes e ele dividirá a presa com os poderosos: porque ele próprio deu sua vida, e deixou-se colocar entre os criminosos, tomando sobre si os pecados de muitos homens e intercedendo pelos culpados.”


Quem poderia acreditar no que lemos? Este trecho do profeta Isaias (capitulo 53) foi escrito cerca de 720 AC. A profecia nos mostra em detalhes instigantes o sofrimento e o sacrifício do Messias, Jesus Cristo. Como não acreditar?