domingo, 3 de abril de 2011

Imagens Sagradas

 Imagens nos mostram onde Deus agiu.





Êxodo 20,3-5: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que há em cima no céu, do que há debaixo da terra, ou nas águas, sob a terra. Não as adorarás nem lhes prestará culto”.

Êxodo 25,18-19: “Farás dois querubins de ouro; os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um ao lado do outro, fixando-os para formar uma só peça com a extremidade da tampa”.

Números 21,8: “O senhor disse a Moisés: faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela conservará a vida”.

Ops! Deus se contradiz? Não, Deus não é homem para mentir nem ter duas palavras. São contextos diferentes, situações muito, muito, distintas. Só não entendem os textos quem é falho de raciocínio ou analfabeto funcional, ou – pior – mal intencionado, pois entendendo perfeitamente os textos, deliberadamente interpreta erroneamente e assim os ensina. A ordem de Deus é clara: Não terás outros (falsos) deuses diante de minha face. Deus falava ao povo, da arca da aliança, sentado sobre os querubins (Ex 25,22). A serpente de bronze é prefiguração do próprio Cristo.

Quem de sã consciência pode dizer que viu nos templos católicos imagens de deuses? O que se vê são esculturas e pinturas que retratam homens e mulheres cujas vidas foram pautadas por fé inabalável, submetidas ao sofrimento a até ao martírio de sangue em defesa da fé em Cristo Jesus. Gente como nós, cujo exemplo e testemunho de fé devem ser seguidos. Nossa doutrina ensina que logo após a morte vem o julgamento (juízo particular) e aqueles se encontram certamente nos braços do Pai. “Vi debaixo do altar as almas dos homens imolados por causa da Palavra de Deus e por causa do testemunho de que eram depositários. Foi lhes dado vestes brancas e foi dito que aguardassem um pouco mais, até que se completasse o número dos companheiros mártires”. (Apocalipse 6,9-11) – “Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua; conservavam-se de pé diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas nas mãos. Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro. Por isso estão diante do trono de Deus e o servem dia e noite no seu templo. Aquele assentado no trono os abrigará em sua tenda”. (Ap 7,9.14-15).

Estão ou não na glória? Ninguém está em estado cataléptico aguardando o juízo final. Já foram julgados pelo Justo Juiz e encontraram graça diante do Altíssimo. O juízo final ocorrerá na parusia de Jesus, quando os que estiverem sobre a face da terra serão arrebatados ao céu ou lançados ao fogo do inferno.

“As imagens do culto católico não são de ídolos; não são feitas para serem adoradas. São veneradas com carinho para recordar o próprio Jesus Cristo, sua mãe, ou alguém que o seguiu de forma extraordinária, a quem chamamos de santos. Com as imagens, relembramos seus feitos, seus ensinamentos. Os fiéis têm por elas veneração, isto é, respeito, admiração, consideração. – O mesmo respeito que têm pela fotografia de uma pessoa que lhes é querida”. Estas são palavras de D. Murilo Krieger, bispo, autoridade eclesial, sendo, portanto voz da Igreja. As imagens nos mostram onde Deus agiu.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Grupos de oração

Como não se sentir amado por quem só ama e é Amor?
Se você não se sente amado, saiba, há Alguém que te ama com um amor acima de nossa compreensão. Deus te ama com amor eterno.
Quer experimentar esse amor? Participe de um grupo de oração!


sábado, 26 de março de 2011

Homens novos


Nascemos “homens velhos” e devemos nos tornar “homens novos”.


Se percorrermos a historia do mundo de trás para frente, como se folheia um livro começando da ultima página, chegando ao fim nos daríamos conta de que seria como se faltasse a primeira página, O “incipit” (a introdução do texto). Sabemos tudo do mundo, exceto o porque e como tudo começou. O fiel tem a convicção de que a Bíblia nos dá esta página que falta. Nela, como na capa de todo livro, está escrito o nome do autor e o titulo da obra.

Uma analogia pode nos ajudar a conciliar nossa fé na existência de um desígnio inteligente de Deus sobre o mundo, com a aparente causalidade e imprevisibilidade evidenciada por Darwin e pela ciência atual. Trata-se da relação entre graça e liberdade. Num caso e no outro, Deus, como diz o provérbio, escreve certo por linhas tortas.


A criação é obra do Espírito Santo que aperfeiçoa as coisas e as faz passar do caos à ordem. Isso acontece também ao homem, pequeno cosmo.

O Espírito Santo é aquele que faz cada um de nós passar do caos ao cosmo: da desordem, da confusão, do desespero, à ordem, unidade, a beleza. Aquela beleza que consiste no ser conformado a vontade de Deus e a imagem de Cristo, no passar do homem velho ao homem novo. Nós nascemos “homens velhos” e devemos nos tornar “homens novos”. Toda a vida, não somente a adolescência, é uma idade evolutiva! O Espírito Santo é a alma dessa renovação e desse rejuvenescimento.

(Frei Raniero Cantalamessa – pregador da Casa Pontifícia)

sábado, 19 de março de 2011

Povo santo ou povo santeiro

Breve resumo a respeito daqueles que pensam que são católicos, se dizem católicos, mas nada conhecem da doutrina da igreja a qual dizem pertencer.

Muitos desses não põem os pés na soleira de uma igreja há anos. Outros vão eventualmente (casamentos, missas de sétimo dia, batizados) e alguns até frequentam regularmente a igreja. Alguns são super, hiper, mega supersticiosos. Seus filhos são batizados, não por pertença a uma fé ou ao senhorio de Jesus, mas por mera superstição: a criança batizada fica mais calma e livre de doenças, dizem. Casam-se na igreja por formalidade, para satisfazer à sociedade e não visando um sacramento. Suas crianças participam da Eucaristia (primeira comunhão) porque – segundo eles – é chique; depois tchau, igreja nunca mais.

Há aqueles que ao invés de se espelhar no testemunho de vida dos santos, conferem-lhes atributos que eles não têm; os consideram milagreiros e protetores. São os “católicos santeiros”. Há também os devotos “exclusivamente marianos”, que colocam Maria a frente de seu Divino Filho, esquecendo-se que a legitima devoção Mariana sempre nos conduz ao centro de nossa fé, Jesus. A propósito, há pessoas que deixaram o catolicismo e passaram a frequentar igrejas evangélicas, sem contudo deixar de cultuar – agora ocultamente – seus “santinhos”. Conheci uma mulher, viúva de um pastor, que mal o marido morrera, recuperou suas estampas de Maria do fundo da gaveta e publicamente passou a cultuá-la. Deixou a Igreja Protestante, sem no entanto retornar a Igreja Católica.

Atentem que não refiro aqui aos Movimentos Marianos nem a veneração aos santos, que na verdade são exemplos da fé em Cristo e em comunhão com Deus na glória eterna, intercedem por nós. Faço referencia a devoções particulares e crendices populares; a uma religiosidade descompromissada e sem nenhum fundamento doutrinário. Gente que confunde Nossa Senhora com Iemanjá e São Jorge com Ogum

Culpa de quem? Um pouco deles, pois muitos não querem aprender e quando se dispõem a aprender, aprendem errado. Culpa nossa, pois estamos evangelizando poucos. Vamos a luta?

terça-feira, 15 de março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

Campanha da Fraternidade


Oração da Campanha da Fraternidade 2011:
Senhor Deus, nosso pai e Criador, /a beleza do universo revela vossa grandeza, /a sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas, /e o eterno amor que tendes por todos nós. /pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra, /e o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça. /A beleza está sendo mudada em devastação, /e a morte mostra a sua presença no nosso planeta. /Que nesta quaresma nos convertamos /e vejamos que a criação geme em dores de parto, /para que possa renascer segundo o vosso plano de amor, /por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes. /E, assim como Maria. que meditava a vossa Palavra e a fazia vida, /também nós, movidos pelos principios do Evangelho, /possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,/ o ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo. /Amém

sábado, 5 de março de 2011

Isaias 53


“Quem poderia acreditar nisso que ouvimos? A quem foi revelado o braço do Senhor?


Cresceu diante dele como um pobre rebento enraizado numa terra árida; não tinha graça nem beleza para atrair nossos olhares e seu aspecto não podia seduzir-nos.


Era desprezado, era a escória da humanidade, homem das dores, experimentado nos sofrimentos; era amaldiçoado e não fazíamos caso dele.


Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado por Deus e humilhado.


Mas ele foi castigado pelos nossos crimes e esmagado por nossas iniquidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças as suas chagas.


Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, seguíamos cada qual nosso caminho; o Senhor fazia recair sobre ele o castigo das faltas de todos nós.


Foi maltratado e resignou-se; não abriu a boca. Como um cordeiro que se conduz ao matadouro e uma ovelha nas mãos do tosquiador.(Ele não abriu a boca).


Por um iníquo julgamento foi arrebatado. Quem pensou em defender sua causa quando foi suprimido da terra dos vivos, morto pelo pecado de meu povo?


Foi lhe dada sepultura ao lado de facínoras e ao morrer achava-se entre malfeitores, se bem que não haja cometido injustiça alguma, e em sua boca nunca tenha havido mentira.


Mas aprouve ao Senhor esmagá-lo pelo sofrimento; se ele oferecer sua vida em sacrifício expiatório, terá uma posteridade duradoura, prolongará seus dias e a vontade do Senhor será por ele realizada.


Após suportar em sua pessoa os tormentos, ele se alegrará de conhecê-lo até o enlevo. O justo, meu Servo, justificará muitos homens e tomará sobre si suas iniquidades.


Eis porque lhe darei parte com os grandes e ele dividirá a presa com os poderosos: porque ele próprio deu sua vida, e deixou-se colocar entre os criminosos, tomando sobre si os pecados de muitos homens e intercedendo pelos culpados.”


Quem poderia acreditar no que lemos? Este trecho do profeta Isaias (capitulo 53) foi escrito cerca de 720 AC. A profecia nos mostra em detalhes instigantes o sofrimento e o sacrifício do Messias, Jesus Cristo. Como não acreditar?

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A diferença entre amar e estar apegado


Na Carta de São Paulo aos Gálatas, capítulo 4, versículos 1 a 20, é apresentado o princípio fundamental de tudo aquilo que Jesus anunciou no Seu tempo. Para ser de Deus é preciso ser livre, é preciso estar livre de todas as amarras que nos aprisionam. São Paulo percebeu que os gálatas, em vez de caminharem no processo de liberdade, estavam voltando às amarras das idolatrias do passado. Eles tinham a idéia equivocada de que o cumprimento da lei era o mais importante para a salvação, no entanto, o Senhor nos diz que a lei pode nos escravizar. A primeira cura que Jesus proporcionava não era física, mas mental, pois é nossa mentalidade que precisa ser transformada primeiro.


Jesus foi tomando consciência de quem Ele era e é bonito perceber que todas as pessoas que estavam ao redor d'Ele O foram ajudando a reconhecer quem Ele era.

Tomar consciência de quem se é, é um processo de maturidade. A psicologia humana, por exemplo, nos ensinava que uma criança só poderia ir à escola a partir dos 7 anos, pois somente nesse estágio de maturidade cerebral é que ela poderia aprender. Por isso não adianta falarmos com criança do mesmo jeito que falamos com adultos, pois elas não compreendem nossa conversa [como eles].

Muitas vezes, na evangelização, nós precisamos usar desses métodos para que todos compreendam. É como um médico que vai dizer um diagnóstico ao paciente e tem que usar de linguagem simples, pois senão a pessoa não entende. Da mesma forma, nós evangelizadores temos que nos fazer entender para que possamos entrar no universo do outro. Muitas vezes, nós estamos surdos e não compreendemos o que Deus nos fala porque falta abrir nossa mentalidade para Ele.

Há muito tempo, eu vivi um processo de dependência afetiva e aquilo me fazia mal, pois por causa da pessoa de quem eu tinha essa dependência, eu era menos eu. Um padre rezou por mim e disse sentir que havia uma pessoa que fazia muito mal para mim e me pediu que eu apenas rezasse por ela e não ficasse próximo dela. Muitas vezes, nós dizemos que esta ou aquela pessoa precisa de nós e, na verdade, somos nós que precisamos dela.

Ser gente dá trabalho, ser gente significa você estar comprometido com seu processo humano e com o processo de quem está ao seu redor e se você for gente você será um problema a menos na vida dos outros. Quantas vezes na vida uma família vira um inferno porque alguém lá dentro decidiu ser um molambo e não faz esforço nenhum para ser gente, nem aproveita a liberdade. Quantas vezes nós sofremos demais por situações que não são nossas.

Nós não podemos viver uma pobreza espiritual a vida inteira, sem ter alguém com quem contar, porque o outro resolveu ser um molambo.

O processo da imaturidade pode se estender pela vida inteira, quando eu olho para o mundo e me vejo como um coitado, isso não é maturidade, é um infantilismo que não nos leva a nada. A criança, por exemplo, passa por um processo egoístico e se nós não ensinarmos que ela tem de dividir o que tem, ela não aprenderá; se não dermos as regras à medida que ela consegue compreender, estaremos criando um monstro em casa. Se não as ensinarmos como lidar com a vida, a vida será duas vezes pior para elas e para nós também. O casal que educa o filho a partir dos ensinamentos divinos, vai dar ao mundo uma pessoa mais preparada.

Há uma grande diferença entre amar e estar apegado: o amor nos dá aquele sentimento de liberdade, enquanto que o apego nos aprisiona e pensamos que as pessoas devem agir da forma que queremos. O amor é livre! Quando estou apegado a alguém ou a alguma realidade, eu faço do outro meu escravo.

Se eu uso minha presença e minha autoridade para pôr medo no outro, eu não vivo em liberdade. Há momentos em que precisamos reconhecer que não estamos sendo livres; e se não estamos sendo livres não fazemos os outros livres também. Por essa razão, precisamos ter a consciência de que forma escravizamos o outro e de que forma somos escravizados para que possamos caminhar no processo de amadurecimento de nossas vidas.

Eu tenho certeza de que você precisa romper com os apegos, pois apegado ninguém vai a lugar nenhum; para ter liberdade você precisa se livrar dos apegos interiores. Quantos casais vivem essa realidade [apego] e não têm coragem de olhar nos olhos um do outro e acertar os pontos para que sejam livres e vivam bem seu relacionamento. Entregue nas mãos do Senhor todas as situações e coisas que o aprisionam!

Autor: Padre Fábio de Melo - professor de teologia, cantor, compositor, escritor e apresentador do programa "Direção Espiritual" na TV Canção Nova.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Naum 1 - Ira de Deus

A Palavra em Naum 1,2-11 é um oráculo contra Ninive. Relata as profecias contra os ninivitas e anuncia a queda do reino assírio. Os assírios oprimiam o povo de Deus; eram inimigos de Israel.


Esta aparente ameaça é na verdade uma promessa. Isto é evidenciado pelo v.7, que nos mostra não uma fúria cega, mas a ira de Deus contra o inimigo. Ele sabe muito bem distinguir quem é o inimigo e quem lhe é fiel. Deus se levanta contra o inimigo, mas é bom para quem está com ele.

Vivemos um tempo de esperança e Deus vem nos alertar contra o inimigo dele e inimigo nosso também. Deus nos chama a verdadeira conversão; nos convida a abrirmos o coração e deixar que Jesus venha e faça morada em nós. Que Jesus nasça e renasça dia a dia em nós. Esta ameaça de Deus (A pericope lida) não é para mim nem para vocês – A não ser que esqueçamos Deus e ouçamos o mundo – é para o inimigo. Tomemos posse do v.7, que diz “O Senhor é bom, é um refugio na tribulação; conhece os que nele confiam”. Este sim é para nós.

Quem é o inimigo hoje? É o mundo distorcido, são as tentações, é a nova era com suas filosofias anticristãs. São as falsas doutrinas, é a idolatria, é o hedonismo. É a dubiedade de comportamento: pessoas que se dizem católicas, mas acreditam e aceitam inverdades que nada têm a ver com o cristianismo. É comungar na missa e depois bater tambor na macumba. É se dizer católico e aceitar as porcarias que o mundo impinge. Eis o que diz a Palavra em 1 Cor 10,21.23: “Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar ao mesmo tempo da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Tudo é permitido, mas nem tudo é oportuno. Tudo é permitido, mas nem tudo edifica”. É a respeito desse tipo de coisas que Deus nos adverte hoje, nos advertiu ontem e não se cansa de nos advertir e nos advertirá sempre, enquanto houver impiedade e iniqüidade.

Deus não lhe quer como a porcelana ou o cristal que se quebram com facilidade. Deus lhe quer com a têmpera do aço – Não o coração; o coração ele quer tenro e afável. Ele quer fortalecer a sua fé, o seu caráter de cristão. Ele lhe quer revestido com a couraça da justiça, com a armadura da fé, conforme Efésios 6, versículo 10 em diante.

Para mostrar que Deus é por nós e não contra nós, citarei uma profecia que nos foi dada há algum tempo atrás: "Amados meus, filhos meus, minha destra está sobre vocês. Eu os amparo, Eu os acolho. Eu derramo meu amor sobre vocês e ao derramar meu amor, derramo-me Eu mesmo sobre vocês. Abram seus corações e permitam que Eu habite na essência do seu ser. Deixem-se amar... "
Tomem posse desta profecia, deixem-se amar, tomem posse irmãs, irmãos. Deus falou a nós. A profecia não foi dada hoje, já faz algum tempo, mas o Senhor está repetindo esta mensagem para vocês agora. Tomem posse; o tempo é hoje, a hora é agora!
 Autor: Carlos Nunes

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Louvor e Adoração



Jesus Cristo, Nosso Senhor, a quem devemos nos render. A Ele toda a honra, toda glória, todo o louvor. Nosso Senhor Jesus, que é nome acima de todo o nome; nome diante do qual se dobram todos os joelhos no alto dos céus, na face da terra e até mesmo nas profundezas dos abismos infernais.


Pelo nome de Jesus, o Verbo Divino, todo o universo se harmoniza. Povos, raças e nações hão de conhecer a sua glória. O nome de Jesus ao ser pronunciado, nos pacifica, refrigera nossa alma, nos restaura. Rendemo-nos a Jesus, nosso Senhor, nosso Deus, nosso tudo!

Esse Jesus maravilhoso, que nos cura e livra das angústias, temores, opressões de todo tipo. Jesus maravilhoso que nos ergue nas quedas, nos ampara na nossa fraqueza, nos firma em nossos escorregões. Deus que se fez carne; rosto divino do homem, rosto humano de Deus. Homem e Deus, um só em duas naturezas. A natureza divina, plena de sabedoria e perfeição; a natureza humana, toda como nós, exceto na pecado. Amoroso e compassivo, obedeceu ao Pai em tudo.

Foi obediente até a morte, e morte de cruz. Transformou pelo sangue derramado um instrumento de suplicio e morte, em penhor de salvação. Aparentemente derrotado na cruz, venceu o pecado e sobrepujou a morte na ressurreição. O que era isento de pecado, tornou-se, Ele próprio, pecado para a redenção de toda a humanidade. Por sua cruz, Jesus venceu todo o pecado e a morte.

Ao morrer na cruz, Jesus nos ofereceu a salvação. Ao ressuscitar, nos mostrou a vida eterna; e na sua gloriosa ascensão, nos abriu as portas do céu. Amém.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Correntes

Frequentemente costumamos recolher e lançar ao lixo folhas e mais folhas de papel deixadas no interior da igreja. São orações e preces ditas “poderosas”, que devem ser copiadas em determinado numero e deixadas numa igreja, como condição para os pedidos e graças sejam alcançados. Entre elas, as famosas “correntes que não devem ser quebradas, sob a pena de graves consequencias, etc...”


Superstição, mera superstição que (ainda) escraviza muitos católicos desavisados, outros renitentes à verdadeira doutrina e outros tantos pseudo católicos. Desavisados, porque apesar de terem acesso às informações e formações doutrinais e bíblicas (homilias, pregações), não o fazem. Renitentes, porque mesmo com algum conhecimento negam-se a acatar e vivenciar os ensinamentos e preceitos, vivendo uma religiosidade particular, descompromissada com a verdade evangélica. Outros tanto são católicos de mentirinha; dizem serem católicos, mas vivem nas falsas doutrinas, frequentando tanto a igreja como outros lugares onde por certo Jesus não é senhor, num sincretismo ilógico e absurdo. Isto acontece por ignorância e/ou endurecimento do coração.

O que cabe a nós? Intensificar a evangelização dos nossos. Nossos são os batizados, os católicos de berço, os que foram educados num ambiente católico e por razões diversas se desviaram. Anunciar o querigma oportuna e importunamente. Ter a ousadia de, ao avistar alguém deixando as tais correntes na igreja, abordá-lo e com suavidade, porém no ímpeto do Espírito Santo, alertá-lo mostrando-lhe a verdade que liberta, falando daquele que é verdadeiramente poderoso, que poderá libertar de todas as correntes.

Na sua paróquia é assim? Mexa-se!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Considerações a respeito da AIDS

As campanhas contra as DST, principalmente a AIDS, no Brasil primam pelo incentivo ao uso de preservativos. Seria de certa forma admissível se junto, como num pacotão não viesse também e principalmente, um imoral incentivo à promiscuidade, à infidelidade, ao desregramento sexual.


Durante o carnaval preservativos são distribuídos aos milhares com o mote divirta-se, transe a vontade, mas não se esqueça da camisinha... Incentiva-se assim não propriamente o uso da dita camisinha, mas a permissividade, ao adultério, a inversão dos valores com os ditames da regra “ninguém é de ninguém”.

Nas escolas, máquinas dispensadoras de preservativos estão disponíveis não somente a nossos jovens, mas também às nossas crianças. É ao contrário de uma campanha de prevenção, uma atitude antieducativa. Nossa juventude necessita ser orientada no sentido de uma sexualidade responsável e não incentivada de maneira leviana a relacionamentos sexuais precoces.

A grande mídia e a sociedade dita “moderna e antenada” trata como amenidade, coisa normal, direito de opção e que tais, o homossexualismo. O cidadão homossexual é detentor de todos os direitos e deveres como qualquer cidadão; deve ser respeitado e bem tratado como qualquer pessoa, homem, mulher, negro, branco, indígena, heterossexual, gordão ou magricela. No entanto, suas escolhas, como a de qualquer cidadão, pode receber criticas e aversões. O homossexual deve ser respeitado e amado, repito, mas o homossexualismo deve ser criticado e combatido; é direito nosso pensar assim e ninguém, mesmo que caísse do céu com um anjo, mudaria nosso pensar. É regra cristã odiar o pecado e amar o pecador. Nessa linha de pensamento, eis frase atribuída ao Dr. Luc Montagnier, descobridor do vírus HIV: “São necessárias campanhas contra práticas sexuais contrárias à natureza biológica do homem; e sobretudo, há que educar a juventude contra o risco da promiscuidade e o vagabundeio sexual.”

Como agir frente a esses questionamentos, qual atitude é correta? Deixo me levar pelos apelos do mundo, uso preservativo e seja o que Deus quiser? Ou como alguém que está no mundo, mas não faz o que o mundo prega, vive a castidade, vive a fidelidade à esposa(o) e faz o que Deus quer? Vejamos: “O uso apropriado de preservativos em cada ato sexual pode reduzir, mas não eliminar o risco de doenças sexualmente transmissíveis. A abstinência e a relação sexual com um parceiro(a) mutuamente fiel são as únicas estratégias preventivas totalmente eficazes.” Parece um aconselhamento da Igreja, mas é de uma instituição de saúde americana: O Centro de Doenças de Atlanta.

Como cristãos autênticos, como católicos atuantes e não “católicos flutuantes”, façamos o que Deus nos pede: castidade, fidelidade e abstinência quando assim for preciso.