sábado, 5 de março de 2011

Isaias 53


“Quem poderia acreditar nisso que ouvimos? A quem foi revelado o braço do Senhor?


Cresceu diante dele como um pobre rebento enraizado numa terra árida; não tinha graça nem beleza para atrair nossos olhares e seu aspecto não podia seduzir-nos.


Era desprezado, era a escória da humanidade, homem das dores, experimentado nos sofrimentos; era amaldiçoado e não fazíamos caso dele.


Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado por Deus e humilhado.


Mas ele foi castigado pelos nossos crimes e esmagado por nossas iniquidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças as suas chagas.


Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, seguíamos cada qual nosso caminho; o Senhor fazia recair sobre ele o castigo das faltas de todos nós.


Foi maltratado e resignou-se; não abriu a boca. Como um cordeiro que se conduz ao matadouro e uma ovelha nas mãos do tosquiador.(Ele não abriu a boca).


Por um iníquo julgamento foi arrebatado. Quem pensou em defender sua causa quando foi suprimido da terra dos vivos, morto pelo pecado de meu povo?


Foi lhe dada sepultura ao lado de facínoras e ao morrer achava-se entre malfeitores, se bem que não haja cometido injustiça alguma, e em sua boca nunca tenha havido mentira.


Mas aprouve ao Senhor esmagá-lo pelo sofrimento; se ele oferecer sua vida em sacrifício expiatório, terá uma posteridade duradoura, prolongará seus dias e a vontade do Senhor será por ele realizada.


Após suportar em sua pessoa os tormentos, ele se alegrará de conhecê-lo até o enlevo. O justo, meu Servo, justificará muitos homens e tomará sobre si suas iniquidades.


Eis porque lhe darei parte com os grandes e ele dividirá a presa com os poderosos: porque ele próprio deu sua vida, e deixou-se colocar entre os criminosos, tomando sobre si os pecados de muitos homens e intercedendo pelos culpados.”


Quem poderia acreditar no que lemos? Este trecho do profeta Isaias (capitulo 53) foi escrito cerca de 720 AC. A profecia nos mostra em detalhes instigantes o sofrimento e o sacrifício do Messias, Jesus Cristo. Como não acreditar?

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A diferença entre amar e estar apegado


Na Carta de São Paulo aos Gálatas, capítulo 4, versículos 1 a 20, é apresentado o princípio fundamental de tudo aquilo que Jesus anunciou no Seu tempo. Para ser de Deus é preciso ser livre, é preciso estar livre de todas as amarras que nos aprisionam. São Paulo percebeu que os gálatas, em vez de caminharem no processo de liberdade, estavam voltando às amarras das idolatrias do passado. Eles tinham a idéia equivocada de que o cumprimento da lei era o mais importante para a salvação, no entanto, o Senhor nos diz que a lei pode nos escravizar. A primeira cura que Jesus proporcionava não era física, mas mental, pois é nossa mentalidade que precisa ser transformada primeiro.


Jesus foi tomando consciência de quem Ele era e é bonito perceber que todas as pessoas que estavam ao redor d'Ele O foram ajudando a reconhecer quem Ele era.

Tomar consciência de quem se é, é um processo de maturidade. A psicologia humana, por exemplo, nos ensinava que uma criança só poderia ir à escola a partir dos 7 anos, pois somente nesse estágio de maturidade cerebral é que ela poderia aprender. Por isso não adianta falarmos com criança do mesmo jeito que falamos com adultos, pois elas não compreendem nossa conversa [como eles].

Muitas vezes, na evangelização, nós precisamos usar desses métodos para que todos compreendam. É como um médico que vai dizer um diagnóstico ao paciente e tem que usar de linguagem simples, pois senão a pessoa não entende. Da mesma forma, nós evangelizadores temos que nos fazer entender para que possamos entrar no universo do outro. Muitas vezes, nós estamos surdos e não compreendemos o que Deus nos fala porque falta abrir nossa mentalidade para Ele.

Há muito tempo, eu vivi um processo de dependência afetiva e aquilo me fazia mal, pois por causa da pessoa de quem eu tinha essa dependência, eu era menos eu. Um padre rezou por mim e disse sentir que havia uma pessoa que fazia muito mal para mim e me pediu que eu apenas rezasse por ela e não ficasse próximo dela. Muitas vezes, nós dizemos que esta ou aquela pessoa precisa de nós e, na verdade, somos nós que precisamos dela.

Ser gente dá trabalho, ser gente significa você estar comprometido com seu processo humano e com o processo de quem está ao seu redor e se você for gente você será um problema a menos na vida dos outros. Quantas vezes na vida uma família vira um inferno porque alguém lá dentro decidiu ser um molambo e não faz esforço nenhum para ser gente, nem aproveita a liberdade. Quantas vezes nós sofremos demais por situações que não são nossas.

Nós não podemos viver uma pobreza espiritual a vida inteira, sem ter alguém com quem contar, porque o outro resolveu ser um molambo.

O processo da imaturidade pode se estender pela vida inteira, quando eu olho para o mundo e me vejo como um coitado, isso não é maturidade, é um infantilismo que não nos leva a nada. A criança, por exemplo, passa por um processo egoístico e se nós não ensinarmos que ela tem de dividir o que tem, ela não aprenderá; se não dermos as regras à medida que ela consegue compreender, estaremos criando um monstro em casa. Se não as ensinarmos como lidar com a vida, a vida será duas vezes pior para elas e para nós também. O casal que educa o filho a partir dos ensinamentos divinos, vai dar ao mundo uma pessoa mais preparada.

Há uma grande diferença entre amar e estar apegado: o amor nos dá aquele sentimento de liberdade, enquanto que o apego nos aprisiona e pensamos que as pessoas devem agir da forma que queremos. O amor é livre! Quando estou apegado a alguém ou a alguma realidade, eu faço do outro meu escravo.

Se eu uso minha presença e minha autoridade para pôr medo no outro, eu não vivo em liberdade. Há momentos em que precisamos reconhecer que não estamos sendo livres; e se não estamos sendo livres não fazemos os outros livres também. Por essa razão, precisamos ter a consciência de que forma escravizamos o outro e de que forma somos escravizados para que possamos caminhar no processo de amadurecimento de nossas vidas.

Eu tenho certeza de que você precisa romper com os apegos, pois apegado ninguém vai a lugar nenhum; para ter liberdade você precisa se livrar dos apegos interiores. Quantos casais vivem essa realidade [apego] e não têm coragem de olhar nos olhos um do outro e acertar os pontos para que sejam livres e vivam bem seu relacionamento. Entregue nas mãos do Senhor todas as situações e coisas que o aprisionam!

Autor: Padre Fábio de Melo - professor de teologia, cantor, compositor, escritor e apresentador do programa "Direção Espiritual" na TV Canção Nova.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Naum 1 - Ira de Deus

A Palavra em Naum 1,2-11 é um oráculo contra Ninive. Relata as profecias contra os ninivitas e anuncia a queda do reino assírio. Os assírios oprimiam o povo de Deus; eram inimigos de Israel.


Esta aparente ameaça é na verdade uma promessa. Isto é evidenciado pelo v.7, que nos mostra não uma fúria cega, mas a ira de Deus contra o inimigo. Ele sabe muito bem distinguir quem é o inimigo e quem lhe é fiel. Deus se levanta contra o inimigo, mas é bom para quem está com ele.

Vivemos um tempo de esperança e Deus vem nos alertar contra o inimigo dele e inimigo nosso também. Deus nos chama a verdadeira conversão; nos convida a abrirmos o coração e deixar que Jesus venha e faça morada em nós. Que Jesus nasça e renasça dia a dia em nós. Esta ameaça de Deus (A pericope lida) não é para mim nem para vocês – A não ser que esqueçamos Deus e ouçamos o mundo – é para o inimigo. Tomemos posse do v.7, que diz “O Senhor é bom, é um refugio na tribulação; conhece os que nele confiam”. Este sim é para nós.

Quem é o inimigo hoje? É o mundo distorcido, são as tentações, é a nova era com suas filosofias anticristãs. São as falsas doutrinas, é a idolatria, é o hedonismo. É a dubiedade de comportamento: pessoas que se dizem católicas, mas acreditam e aceitam inverdades que nada têm a ver com o cristianismo. É comungar na missa e depois bater tambor na macumba. É se dizer católico e aceitar as porcarias que o mundo impinge. Eis o que diz a Palavra em 1 Cor 10,21.23: “Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar ao mesmo tempo da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Tudo é permitido, mas nem tudo é oportuno. Tudo é permitido, mas nem tudo edifica”. É a respeito desse tipo de coisas que Deus nos adverte hoje, nos advertiu ontem e não se cansa de nos advertir e nos advertirá sempre, enquanto houver impiedade e iniqüidade.

Deus não lhe quer como a porcelana ou o cristal que se quebram com facilidade. Deus lhe quer com a têmpera do aço – Não o coração; o coração ele quer tenro e afável. Ele quer fortalecer a sua fé, o seu caráter de cristão. Ele lhe quer revestido com a couraça da justiça, com a armadura da fé, conforme Efésios 6, versículo 10 em diante.

Para mostrar que Deus é por nós e não contra nós, citarei uma profecia que nos foi dada há algum tempo atrás: "Amados meus, filhos meus, minha destra está sobre vocês. Eu os amparo, Eu os acolho. Eu derramo meu amor sobre vocês e ao derramar meu amor, derramo-me Eu mesmo sobre vocês. Abram seus corações e permitam que Eu habite na essência do seu ser. Deixem-se amar... "
Tomem posse desta profecia, deixem-se amar, tomem posse irmãs, irmãos. Deus falou a nós. A profecia não foi dada hoje, já faz algum tempo, mas o Senhor está repetindo esta mensagem para vocês agora. Tomem posse; o tempo é hoje, a hora é agora!
 Autor: Carlos Nunes

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Louvor e Adoração



Jesus Cristo, Nosso Senhor, a quem devemos nos render. A Ele toda a honra, toda glória, todo o louvor. Nosso Senhor Jesus, que é nome acima de todo o nome; nome diante do qual se dobram todos os joelhos no alto dos céus, na face da terra e até mesmo nas profundezas dos abismos infernais.


Pelo nome de Jesus, o Verbo Divino, todo o universo se harmoniza. Povos, raças e nações hão de conhecer a sua glória. O nome de Jesus ao ser pronunciado, nos pacifica, refrigera nossa alma, nos restaura. Rendemo-nos a Jesus, nosso Senhor, nosso Deus, nosso tudo!

Esse Jesus maravilhoso, que nos cura e livra das angústias, temores, opressões de todo tipo. Jesus maravilhoso que nos ergue nas quedas, nos ampara na nossa fraqueza, nos firma em nossos escorregões. Deus que se fez carne; rosto divino do homem, rosto humano de Deus. Homem e Deus, um só em duas naturezas. A natureza divina, plena de sabedoria e perfeição; a natureza humana, toda como nós, exceto na pecado. Amoroso e compassivo, obedeceu ao Pai em tudo.

Foi obediente até a morte, e morte de cruz. Transformou pelo sangue derramado um instrumento de suplicio e morte, em penhor de salvação. Aparentemente derrotado na cruz, venceu o pecado e sobrepujou a morte na ressurreição. O que era isento de pecado, tornou-se, Ele próprio, pecado para a redenção de toda a humanidade. Por sua cruz, Jesus venceu todo o pecado e a morte.

Ao morrer na cruz, Jesus nos ofereceu a salvação. Ao ressuscitar, nos mostrou a vida eterna; e na sua gloriosa ascensão, nos abriu as portas do céu. Amém.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Correntes

Frequentemente costumamos recolher e lançar ao lixo folhas e mais folhas de papel deixadas no interior da igreja. São orações e preces ditas “poderosas”, que devem ser copiadas em determinado numero e deixadas numa igreja, como condição para os pedidos e graças sejam alcançados. Entre elas, as famosas “correntes que não devem ser quebradas, sob a pena de graves consequencias, etc...”


Superstição, mera superstição que (ainda) escraviza muitos católicos desavisados, outros renitentes à verdadeira doutrina e outros tantos pseudo católicos. Desavisados, porque apesar de terem acesso às informações e formações doutrinais e bíblicas (homilias, pregações), não o fazem. Renitentes, porque mesmo com algum conhecimento negam-se a acatar e vivenciar os ensinamentos e preceitos, vivendo uma religiosidade particular, descompromissada com a verdade evangélica. Outros tanto são católicos de mentirinha; dizem serem católicos, mas vivem nas falsas doutrinas, frequentando tanto a igreja como outros lugares onde por certo Jesus não é senhor, num sincretismo ilógico e absurdo. Isto acontece por ignorância e/ou endurecimento do coração.

O que cabe a nós? Intensificar a evangelização dos nossos. Nossos são os batizados, os católicos de berço, os que foram educados num ambiente católico e por razões diversas se desviaram. Anunciar o querigma oportuna e importunamente. Ter a ousadia de, ao avistar alguém deixando as tais correntes na igreja, abordá-lo e com suavidade, porém no ímpeto do Espírito Santo, alertá-lo mostrando-lhe a verdade que liberta, falando daquele que é verdadeiramente poderoso, que poderá libertar de todas as correntes.

Na sua paróquia é assim? Mexa-se!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Considerações a respeito da AIDS

As campanhas contra as DST, principalmente a AIDS, no Brasil primam pelo incentivo ao uso de preservativos. Seria de certa forma admissível se junto, como num pacotão não viesse também e principalmente, um imoral incentivo à promiscuidade, à infidelidade, ao desregramento sexual.


Durante o carnaval preservativos são distribuídos aos milhares com o mote divirta-se, transe a vontade, mas não se esqueça da camisinha... Incentiva-se assim não propriamente o uso da dita camisinha, mas a permissividade, ao adultério, a inversão dos valores com os ditames da regra “ninguém é de ninguém”.

Nas escolas, máquinas dispensadoras de preservativos estão disponíveis não somente a nossos jovens, mas também às nossas crianças. É ao contrário de uma campanha de prevenção, uma atitude antieducativa. Nossa juventude necessita ser orientada no sentido de uma sexualidade responsável e não incentivada de maneira leviana a relacionamentos sexuais precoces.

A grande mídia e a sociedade dita “moderna e antenada” trata como amenidade, coisa normal, direito de opção e que tais, o homossexualismo. O cidadão homossexual é detentor de todos os direitos e deveres como qualquer cidadão; deve ser respeitado e bem tratado como qualquer pessoa, homem, mulher, negro, branco, indígena, heterossexual, gordão ou magricela. No entanto, suas escolhas, como a de qualquer cidadão, pode receber criticas e aversões. O homossexual deve ser respeitado e amado, repito, mas o homossexualismo deve ser criticado e combatido; é direito nosso pensar assim e ninguém, mesmo que caísse do céu com um anjo, mudaria nosso pensar. É regra cristã odiar o pecado e amar o pecador. Nessa linha de pensamento, eis frase atribuída ao Dr. Luc Montagnier, descobridor do vírus HIV: “São necessárias campanhas contra práticas sexuais contrárias à natureza biológica do homem; e sobretudo, há que educar a juventude contra o risco da promiscuidade e o vagabundeio sexual.”

Como agir frente a esses questionamentos, qual atitude é correta? Deixo me levar pelos apelos do mundo, uso preservativo e seja o que Deus quiser? Ou como alguém que está no mundo, mas não faz o que o mundo prega, vive a castidade, vive a fidelidade à esposa(o) e faz o que Deus quer? Vejamos: “O uso apropriado de preservativos em cada ato sexual pode reduzir, mas não eliminar o risco de doenças sexualmente transmissíveis. A abstinência e a relação sexual com um parceiro(a) mutuamente fiel são as únicas estratégias preventivas totalmente eficazes.” Parece um aconselhamento da Igreja, mas é de uma instituição de saúde americana: O Centro de Doenças de Atlanta.

Como cristãos autênticos, como católicos atuantes e não “católicos flutuantes”, façamos o que Deus nos pede: castidade, fidelidade e abstinência quando assim for preciso.




domingo, 30 de janeiro de 2011

ENF 2011

Voltamos hoje do Encontro Nacional de Formação para coordenadores e ministérios da renovação carismática católica, realizado na Unisal, na cidade de Lorena-SP. de 26 a 30 de janeiro. Eis algumas fotos.


Capela N. Senhora de Pentecostes
Área da futura sede da RCC Brasil no municipio de Canas/SP, as margens da rod. Pres. Dutra




Missa de inauguração da capela - homilia de D. Alberto Taveira


Nós no ENF 2011





 

sábado, 15 de janeiro de 2011

Tesouros do Vaticano por alimentos?

“Trocar os tesouros do Vaticano por comida para a África. Topa?”


Com essa mensagem um espanhol, Alberto Juesas Escudero, abriu espaço no Facebook. Em poucos dias muitos membros haviam aderido.

O Cardeal Paul Josef Cordes, presidente do Conselho Pontifício Cor Unum (órgão caritativo da Igreja), esclarece que, independentemente do aspecto provocador ou ideológico da proposta, o Papa não poderia aplicá-la, pois o Direito Internacional o impede.

O jovem internauta explica a proposta com alguns argumentos: “porque é uma vergonha ver as riquezas do Vaticano e depois o noticiário. Porque não admitem seus erros jamais. Porque não pregam com o exemplo. Porque Jesus nasceu em uma manjedoura e vivia na pobreza”. A motivação conclui com expressões ofensivas: “Que vergonha o Vaticano! Que vergonha a religião católica!”

Segundo o Cardeal Cordes, que diz ouvir esse tipo de propostas há quarenta anos, a Igreja não pode fazer o que quer com as obras de arte que estão no Vaticano. Na realidade, esclarece, a Igreja tem a tarefa de conservar as obras de arte em nome do Estado Italiano; não pode vendê-las.

O cardeal Cordes continua: Em todas as nações há medidas para a defesa das suas obras de arte, porque o Estado deve mantê-las. O Cardeal recorda, por outro lado, que sem a obra da Igreja Católica, o sistema de saúde e educativa de algumas regiões da África não existiria. Presidentes africanos o reconhecem, quando vêm visitar o Papa. Sem a Igreja na África, grande parte dos portadores de HIV ficaria abandonada, pois a Igreja com sua rede de hospitais, é a instituição que acolhe o maior número de pessoas com esse vírus.

(Fonte: www.cleofas.com.br)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Nós Somos a Igreja Católica






And so I say to you, you are Peter, and upon this rock I will build my church, and the gates of the netherworld shall not prevail against it. I will give you the keys to the kingdom of heaven. Whatever you bind on earth shall be bound in heaven; and whatever you loose on earth shall be loosed in heaven. (Matthew 16,18-19)













domingo, 9 de janeiro de 2011

Máximas & Provérbios (3)

“Devemos amar a Deus com esquecimento de si próprio, ao invés de amar a si mesmo com esquecimento de Deus”.(Sto. Agostinho).


“Nosso pecado é uma gota de orvalho no oceano da misericórdia de Deus”. (Sta. Faustina).

“O católico, ou aquele que se diz católico e que não se submete à ação do Espírito Santo ou ao batismo no Espírito, não pode se dizer cristão, muito menos católico!” (D. Fernando Figueiredo – Congr. Nac. RCC-2003).

“Espírito Santo: Mais próximo de mim do que eu de mim mesmo; mais intimo do que o âmago de minha alma” (Sta. Edith Stein).

“A RCC é o sacramento permanente de pentecostes” (Pe. Joãozinho-Teólogo).

“Tu nos fizeste para Ti e nosso coração não ficará satisfeito enquanto não repousar em Ti” (Sto. Agostinho).

“A Igreja avança em sua peregrinação em meio às perseguições do mundo e as consolações de Deus” (Sto. Agostinho).

“Bebe-se o Cristo no cálice das Escrituras como no cálice Eucarístico”.(Sto. Agostinho).

 “Deus quer fazer-nos como deuses por participação, porque Ele o é por natureza”. (S. João da Cruz).

“Parar diante da criação é deparar-se que em sua estrutura mais interna é marcada pela presença de um Criador” (Albert Einstein).

“A capacidade de amar é fruto de um Amor que nos amou primeiro” (Pe. Fábio de Melo).

“A maioria das batalhas vencemos de joelhos, pois quando nos ajoelhamos para adorar, Deus se levanta para agir” (Salete Ferreira-CN).

“Ciúme é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se tem; inveja é não querer que o outro tenha” (Zuenir Ventura).

“Sanguinus martires est semen cristianorum” (Tertuliano ao imperador Antonino – século I).

“O vaso da fé levado à fonte da graça é cheio até sua plenitude” (Sto. Agostinho).

“Deus é simples, por isso nos ama com simplicidade” (S.João da Cruz).

“Se Ele nos fosse compreensível não seria Deus” (Sto. Agostinho).

“Não imponha a verdade sem caridade, mas por outro lado não sacrifique a verdade em nome da caridade” (Sto. Agostinho).

“Se alguém me procurar nestas páginas, vou atraí-lo para junto de mim, participar de sua leitura como se tivesse o livro em minhas mãos. Quando duas pessoas lêem juntas no mesmo livro, uma parece respirar o sopro da outra. Assim Eu vou respirar o sopro dos desejos dessa alma e eles vão comover em meu favor as entranhas da minha misericórdia; farei com que ela respire o sopro de minha divindade se será ela toda renovada interiormente” (Palavra profética a Sta. Gertrude).

“Não estamos num fogo de palha, mas sim na fornalha ardente do coração de Deus”. (D. Alberto Taveira). Durante o Congresso Nacional da RCC em Belo Horizonte-2010

“A verdadeira força do homem se vê na fidelidade com a qual ele é capaz de testemunhar a verdade, resistindo às ameaças, incompreensões, chantagens e até mesmo à perseguição dura e sem escrúpulos. Eis o caminho que o nosso Redentor nos convida a seguir”. (João Paulo II).

“Jesus mostrou como se pode ser ao mesmo tempo misericordioso e justo. Ninguém é justo se perdoa em demasia e deixa passar tudo. Ninguém é misericordioso se usa da justiça com severidade excessiva. A sabedoria do amor torna um coração capaz de corrigir e punir com ternura e permitir ou perdoar sem deixar de ser exigente”. (Pe. Zezinho). Perdoar não é transigir. Punir não é castigar.

“Interroga a beleza da terra. Interroga a beleza do mar; interroga a beleza do ar que se dilata e se difunde. Interroga a beleza do céu. Interroga todas essas realidades. Todas respondem: Olha-nos, somos belas! Sua beleza é um hino de louvor. Essas belezas sujeitas a mudanças, quem as fez, senão o Belo não sujeito a mudanças?” (Sto. Agostinho). Eis um dos mais belos louvores ao Criador.

“Assim como Deus formou a mulher do lado do homem, também Cristo do seu lado nos deu a água e o sangue para que surgisse a Igreja. Assim como Deus abriu o lado de Adão enquanto ele dormia, também Cristo nos deu a água e o sangue durante o sono de sua morte” (S. João Crisóstomo).

“Quando pregares usa as armas poderosas da Palavra de Deus para combater, destruir e esmagar o pecado; mas quando encontrares com o pecador, fala-lhe com bondade, benignidade, paciência e caridade” (S. João Eudes – sec. XVII).

“Desejo que a espiritualidade de Pentecostes se difunda na igreja como renovado salto de oração, de santidade, de comunhão, de anúncio” (João Paulo II – 2004).

“Deus age através da inteligência humana. Ele não age sozinho. Quer nossa colaboração; age e trabalha em nós, numa admirável sinergia entre criador e criatura” (D. Orlando Brandes).

“O mais famoso homem do mundo sem Deus se torna o pior homem do mundo; a mulher mais bonita, mais desejada, sem Deus se torna feia, vulgar. Porque sem Deus aflora, vem a tona o que há de pior em nós”. (Pe Léo).

domingo, 2 de janeiro de 2011

Luz do mundo

"Contudo, para vossos santos havia uma luz brilhantissima. Sem verem seus semblantes, os outros ouviam-lhes a voz. e julgavam-nos felizes por não sofrer os mesmos tormentos. Davam-lhes graças, porque não se vingavam dos maus-tratos suportados, e pediam-lhes perdão de sua inimizade. Pelo contrário, vós desdes uma coluna luminosa para guiá-los na sua marcha para o desconhecido, como um sol que sem incomodá-los, alumiava seu glorioso êxodo. Mas eles bem mereciam ser privados da luz e aprisionados nas trevas; eles que tinham encerrado em prisões vossos filhos, através dos quais a incorruptivel luz da lei se devia comunicar ao mundo." (Sb 18,1-4)

Este pequeno trecho retrata a fuga do povo hebreu do Egito. O povo de Deus, o povo escolhido vivera um período de cerca de duzentos anos de escravidão, desde a morte de José. Deus então suscita Moisés a libertar seu povo. Após o advento das dez pragas que assolaram os egípcios, o faraó Ransés II autoriza a partida dos judeus; no entanto, envia seu exército a persegui-los, encurralando-os diante do Mar Vermelho. Aí acontece a passagem do Mar vermelho a pé enxuto pelos judeus e o afogamento dos egípcios.

Ocorre aí uma passagem no sentido real da palavra, mas para nós significa a passagem da escuridão do pecado para a luz da justiça, de uma vida de escravidão para uma nova vida em comunhão com Deus, o inicio de uma jornada em direção ao objetivo final. Assim como os judeus peregrinaram pelo deserto após a travessia do Mar Vermelho, conduzidos por Moisés, nós peregrinamos também em direção a terra prometida, conduzidos pela grande luz que é Jesus. Se deixamos para trás uma vida de pecado, não podemos jamais olhar para trás, nem sequer devemos pensar saudosamente nos tempos idos, pois são tempos de escuridão, são um passado obscuro onde éramos iludidos pelos falsos prazeres do mundo. Devemos caminhar sempre em direção ao caminho apontado por Jesus, ao caminho iluminado. Jamais retornar as trevas, pois quem gosta da escuridão é o inimigo de nossas almas, o inimigo de Deus: o príncipe das trevas, Satanás. Ao contrário, Jesus é a luz do mundo, o único e verdadeiro caminho. Diz Jesus que somos sal da terra e luz do mundo; somos como luzeiros e devemos levar a luz a quem vive nas trevas, a quem sofre por falta da luz. Mas em verdade apenas refletimos a luz verdadeira: Jesus Cristo.

Imaginemos uma grande cidade sem luz, sofrendo um grande blecaute. As pessoas sem geladeira, lavadoras, rádio, televisão, até mesmo sem água, pois as estações de bombeamento parariam por falta de energia. E o caos no trânsito; os semáforos apagados, congestionamentos intermináveis. Que transtorno! Irmãos e irmãs, a falta de luz espiritual é muito pior que a falta de luz física. A escuridão no espírito tem conseqüências mais graves que a escuridão física. Sem luz interior vivemos à margem de Deus, perdemos o freio moral, a “luz amarela” que sinaliza o perigo deixa de acender. Não acende a “luz vermelha” que impede que prossigamos numa atitude pecaminosa. Também a “luz verde” que nos indica para seguirmos em frente em nossa vida de oração e caridade, essa é como as outras, apagada. Vivemos no escuro, vendados, às apalpadelas, aos tropeções.

Temos que fugir da escuridão, deixar a terra do pecado e vir para a luz, para a terra da promissão. Temos que sair da escuridão e nos colocar debaixo do Sol radiante da justiça, que é Deus e nos deixar envolver por essa luz, mergulhar nessa luz, ser banhados nessa luz! Eu quero chegar lá, atravessar o Jordão e viver para sempre na Jerusalém Celestial, no paraíso. Eu quero, ao final da jornada, atravessar o Rio Jordão, pisar a terra prometida, e habitar na Jerusalém Celeste, onde não há Sol nem Lua, pois a única luz que brilha é a glória de Deus!

Dá-me Senhor a tua luz, a luz do teu olhar, a luz da tua Palavra que é lâmpada em meu caminho. Glórias e louvores a Ti! Amém.
Carlos Nunes






 

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal do Senhor


Neste dia especial, em que toda a Igreja celebra o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, acompanhemos o testemunho da Palavra de Deus a respeito deste acontecimento que transformou a história da humanidade:

"...José subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida. Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria. Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. O anjo disse-lhes: 'Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: hoje vos nasceu na Cidade Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor'." (Lc 2,4-11)

Por isso hoje celebramos a eterna solidariedade do Pai das Misericórdias que, no seu plano de amor, quis o nascimento de Jesus, que é o verdadeiro Sol, a Luz do mundo. Este não é um dia de medo e nem de desespero, é dia de confiança e de esperança, pois Deus veio habitar no meio de nós, e assim encher-nos da certeza de que é possível um mundo novo. Solidário conosco, Ele nos quer solidários neste dia de Glória que refulge ao redor de cada um de nós!
Sendo assim, tudo neste dia só tem sentido se apontar para o grande aniversariante deste dia: o Menino Deus! Presépios, árvores, enfeites, banquetes e os presentes natalícios representam os presentes que os Reis Magos levaram até Jesus, mas não são estes símbolos a essência do Natal. O importante, o essencial, é que Cristo realmente nasça em nossos corações de uma maneira nova, renovadora, e que a partir daí, possamos sempre caminhar na sua luz solidária deste Deus Único e Verdadeiro, que nos quer também solidários uns com os outros!
Vivamos com muita alegria este dia solidário, que o Senhor fez para nós!

Um Santo Natal para você e para a sua família!

(Fonte: Pascom-S. Brás)